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FCecon destaca avanços do Cepcolu na Assembleia Legislativa do Amazonas

A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), apresentou os avanços do Centro Avançado de Prevenção ao Câncer do Colo do Útero (Cepcolu) nesta terça-feira (24/03), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A apresentação ocorreu em alusão ao Março Lilás, mês dedicado à prevenção do câncer do colo do útero.


O diretor-presidente da FCecon, Gerson Mourão, ressaltou que o Cepcolu representa um marco significativo na história da unidade hospitalar. Ele enfatizou que o centro é um divisor de águas no combate ao câncer do colo de útero, a doença de maior incidência entre as mulheres no Amazonas.


Avanços e atendimentos do Cepcolu

A chefe de departamento do Cepcolu, Mônica Bandeira, informou que até o dia 23 de março, o hospital dia já contabilizou 6.932 atendimentos. Estes incluem pacientes de primeira vez, retornos e acompanhamento pós-tratamento. Além disso, foram realizadas 885 conizações, um procedimento cirúrgico para remoção de lesões pré-malignas que não exige internação.

Bandeira agradeceu o apoio do deputado estadual Péricles Nascimento, que foi fundamental para a concretização da obra e aquisição de equipamentos por meio de emendas parlamentares destinadas à FCecon. “A conclusão do Cepcolu seria impossível sem a iniciativa do deputado. Destaco que brevemente chegaremos a mil conizações”, pontuou.

Importância do tratamento e seguimento

Mônica Bandeira destacou que a existência do Cepcolu garante o tratamento das lesões pré-malignas detectadas por meio de exames preventivos, teste de DNA do HPV e colposcopia com biópsia. O centro visa assegurar que as mulheres diagnosticadas com essas condições recebam o tratamento adequado.

O impacto do Cepcolu é considerado humanitário e econômico, pois o centro contribui para evitar a ocupação de leitos hospitalares, cirurgias de alta complexidade, transfusões sanguíneas, hemodiálises, radioterapia, quimioterapia e, consequentemente, mortes.

Após a conização, é crucial que as mulheres realizem acompanhamento semestral com exames preventivos e colposcopia por dois anos, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.

Com informações da Agência Amazonas