
O governo federal divulgou o planejamento para o enfrentamento de incêndios florestais em 2026, com foco na articulação entre órgãos ambientais e o uso de infraestrutura especializada. O plano visa orientar o trabalho de equipes do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entre outros órgãos ambientais.
Estrutura Operacional e Monitoramento
A operação contará com a Sala de Situação permanente, criada em 2024, que centralizará as ações. Além disso, haverá três bases logísticas e duas vilas operacionais de combate ampliado.
O sistema de monitoramento via satélite em tempo real será fundamental para a detecção precoce e o combate aos focos de incêndio.
Força de Combate e Composição das Brigadas
Um efetivo de 246 servidores das brigadas florestais atuará em áreas de maior risco. Destes, 131 são do Ibama e 115 do ICMBio.
Ao todo, 4.660 brigadistas, incluindo temporários, estarão mobilizados em todo o país. Uma característica destacada do programa é a inclusão de povos indígenas e quilombolas nas brigadas.
“Algo que sempre foi muito importante ao longo da nossa história é que a gente tem trabalhado com, pelo menos, 50% das nossas brigadas formada por indígenas e algo perto de 10% de quilombolas e isso é muito importante porque são pessoas que conhecem os territórios e estão acostumadas a andar no ambiente florestal,” explicou Agostinho.
Com informações da Agência Brasil





