
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (11) que abriu mão de assumir o controle da petroquímica Braskem. A decisão, tomada em reunião do conselho de administração da estatal, significa que a Petrobras não exercerá seu direito de preferência para comprar as ações detidas pela Novonor, nem utilizará a prerrogativa do ‘tag along’ para vender sua participação ao novo entrante.
Com a decisão, a Petrobras, que detém 47% das ações votantes da Braskem, continuará como sócia, mas sem o poder de controle sobre a companhia. Essa posição se mantém mesmo após a diretoria da Petrobras ter expressado publicamente elogios ao potencial da Braskem nos últimos meses.
Petrobras e Braskem: uma relação de sócia e fornecedora
Além de sócia, a Petrobras é uma importante fornecedora de matéria-prima para a Braskem. Em dezembro, a estatal renovou contratos de venda que ultrapassam R$ 90 bilhões, com prazos de até 11 anos. A Braskem, por sua vez, possui operações industriais em diversos países, incluindo Estados Unidos, Alemanha e México, além do Brasil. A empresa conta com 8 mil funcionários e atende clientes em mais de 70 nações. Fundada em agosto de 2002, a Braskem resultou da integração de seis empresas da Organização Odebrecht e do Grupo Mariani.
Com informações da Agência Brasil





