
Um ônibus que capotou na AL-220, em São José da Tapera, no Sertão de Alagoas, e deixou 15 mortos, realizava transporte clandestino de passageiros e operava de forma totalmente irregular. A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nesta terça-feira (3).
O veículo, com cerca de 60 romeiros a bordo, não possuía habilitação na ANTT, certificado de Segurança Veicular (CSV) nem seguro de responsabilidade civil vigente. Além disso, não havia Licença de Viagem (LV) para o deslocamento.
Os romeiros seguiam de Juazeiro do Norte, no Ceará, para o município de Coité do Noia, em Alagoas. A ANTT afirmou que acompanha o caso e reforça as ações de fiscalização contra o transporte clandestino.
Luto e mobilização em Alagoas
O Governo do Estado de Alagoas mobilizou uma força-tarefa para o atendimento às vítimas na rodovia e decretou luto oficial de três dias. A prefeitura de Coité do Noia também ativou suas equipes e presta assistência às vítimas e familiares, incluindo suporte psicológico, social e auxílio no translado de corpos e acompanhamento dos feridos.
O município também decretou luto oficial em sinal de respeito e tristeza pela tragédia.
Com informações da Agência Brasil





