
A Defesa Civil do Amazonas reuniu-se com representantes dos setores de comunicação, telecomunicações e radioamadores para discutir estratégias de prevenção e resposta aos possíveis cenários de cheias e estiagens previstos para 2026. O encontro teve como objetivo principal apresentar o prognóstico hidrometeorológico e fortalecer a integração entre as instituições para aprimorar o monitoramento e a resposta a eventos climáticos extremos no estado.
Coordenada pelo chefe do Departamento de Defesa Regional, tenente Fabiano Vieira, a reunião buscou alinhar informações e integrar os órgãos envolvidos no planejamento de ações. “A atuação conjunta permite antecipar cenários, melhorar a tomada de decisões e garantir a continuidade dos serviços essenciais, especialmente durante eventos climáticos extremos”, destacou o tenente.
Durante o encontro, foram debatidos cenários climáticos, métodos de análise e a importância da troca contínua de informações. O objetivo é antecipar impactos e ampliar a segurança da população, especialmente nas áreas mais vulneráveis do estado.
Integração técnica e dados históricos
A superintendente regional do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Jussara Maciel, ressaltou a relevância da cooperação para o fortalecimento da capacidade de resposta diante dos eventos climáticos. “O SGB atua com dados de séries históricas consolidadas, com mais de 40 anos de monitoramento. A integração com a Defesa Civil é fundamental, especialmente em áreas onde não há estações, permitindo compreender melhor os eventos climáticos e suas respostas”, explicou.
Papel da Anatel na articulação setorial
Severino Júnior de Santana, representante da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), reforçou o papel da agência na articulação entre os setores. “A Anatel atua promovendo essa integração entre os setores de comunicação e telecomunicações, contribuindo diretamente para a manutenção e continuidade dos serviços essenciais”, afirmou.
Entre as estratégias discutidas estão o fortalecimento das redes de comunicação emergencial, a ampliação dos canais de alerta e o alinhamento de ações conjuntas para assegurar o funcionamento dos serviços essenciais durante os períodos de cheia e estiagem no Amazonas.
Com informações da assessoria





