
Em uma mensagem contundente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, nesta terça-feira (27), com um apelo à lembrança dos horrores cometidos pela humanidade contra si mesma e um alerta contra o ressurgimento de ideologias autoritárias. A data, que remete à libertação do campo de concentração de Auschwitz em 1945, serve como um lembrete sombrio das consequências devastadoras do preconceito e da intolerância.
O Legado Sombrio do Holocausto
O genocídio perpetrado pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial resultou na morte de milhões de pessoas, incluindo judeus, ciganos, poloneses, homossexuais, pessoas com deficiência e opositores políticos. A barbárie do Holocausto é um testemunho trágico do que pode acontecer quando o ódio, o preconceito étnico e religioso, e o autoritarismo ganham espaço na sociedade. A memória dessas vítimas e a solidariedade às famílias que sofreram são pilares para a construção de um futuro mais justo e pacífico.
Um Dia de Defesa dos Direitos Humanos e da Democracia
A escolha do dia 27 de janeiro para a memória das vítimas do Holocausto não é aleatória. Foi nesta data, em 1945, que as atrocidades cometidas no campo de concentração de Auschwitz foram expostas ao mundo, revelando a escala da crueldade humana. Lula relembrou sua participação, em 2004, na petição ao Congresso Judaico Mundial para o estabelecimento oficial da data pela Organização das Nações Unidas (ONU), aprovada no ano seguinte. A ocasião é vista como um momento crucial para reafirmar o compromisso com a defesa intransigente dos Direitos Humanos, a promoção da convivência pacífica e o fortalecimento das instituições democráticas, elementos essenciais para legar às futuras gerações um mundo mais justo e equitativo. Com informações da Agência Brasil.





