O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta sexta-feira (22), que o chamado passaporte da vacina contra a Covid-19 “não deveria ter existido”. O cardiologista apelidou a medida de “passaporte da discórdia”.
A declaração foi dada durante evento de assinatura da portaria que revoga a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). A portaria tem validade de 30 dias, que serve como momento de transição para que estados e municípios adaptem as centenas de leis que foram publicadas com base na Espin ao longo dos últimos dois anos de pandemia.
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