O personal trainer que agrediu um sem-teto após flagrá-lo tendo relações sexuais com a esposa, no Distrito Federal, conseguiu na Justiça uma determinação para que o YouTube retire todos os canais falsos que têm utilizado a imagem do casal.
A juíza da Vara Cível de Planaltina, Josélia Lehner Freitas Fajardo, entendeu que o YouTube “está sendo usado para distorcer os fatos, difamar os autores, além de manchar sua honra e reputação”.
Segundo a decisão publicada na terça-feira (12/4), o site tem 24h para promover a imediata indisponibilização dos canais falsos e dos vídeos que tenham “conteúdo ofensivo, difamante, ultrajante à honra, imagem e vida privada do casal”. A juíza fixou em R$ 10 mil a multa em caso de descumprimento.
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