O presidente da Comissão de Educação do Senado Federal, Marcelo Castro (MDB-PI), afirmou, nesta quinta-feira (7) que a ausência dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos para prestar esclarecimentos ao colegiado é “uma confissão de culpa”. Os religiosos são acusados de atuarem como lobistas junto a prefeitos para destravar demandas municipais no Ministério da Educação (MEC).
A presidência da comissão foi comunicada da ausência de ambos na noite dessa quarta-feira (6/4), pelas respectivas defesas dos pastores. Na avaliação do emedebista, a recusa em esclarecer as denúncias alimenta ainda mais uma eventual Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
“Se a pessoa não vem prestar os esclarecimentos, se recusa a prestar os esclarecimentos, de certa forma, eu acho que não fica bem pra ele. É quase que uma confissão de culpa. Não vem por quê? Se a pessoa não tem culpa, eu acho que a pessoa deveria fazer questão de vir”, afirmou o senador.
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