O ex-padrasto e principal suspeito de matar a vendedora Anna Carolina Pascuin Nicoletti, de 24 anos, encontrada morta dentro do próprio apartamento, em Sorocaba (SP), perseguia a vítima pelas redes sociais e tinha uma senha para localizá-la. As informações são do G1.
A anotação do suposto aplicativo espião, que também pode ser chamado de “spyware” ou “stalkerware”, foi encontrada durante a investigação da Polícia Civil em um bloco de notas de um celular de Eduardo de Freitas. Outro mulher também seria monitorada pelo réu.
Segundo Emilio Simoni, executivo-chefe de segurança da PSafe, estes aplicativos ficam ativos em segundo plano, sem que o dono do dispositivo perceba, monitorando as atividades do usuário e repassando remotamente os dados armazenados.
“Tipos: os Spywares e os Stalkerwares. Apesar de terem o mesmo objetivo, de espionar o que o dono do dispositivo está fazendo, costumam ser usados de formas distintas. Os Stalkerwares precisam ser instalados por alguém de forma direta no celular da vítima, por isso tendem a ser utilizados por pessoas próximas. Já os Spywares geralmente são utilizados por cibercriminosos com o objetivo de roubar dados e senhas de outras pessoas e podem ser instalados remotamente”, detalha.
Ainda segundo o especialista, alguns sinais podem ser um alerta de que o aplicativo está instalado no dispositivo.
“O aumento do consumo de energia e a ativação de recursos que o usuário não tenha feito (como GPS, por exemplo). A principal dica é ter uma solução de segurança capaz de bloquear qualquer ameaça.”
Ao g1, Marcelo Jorge Ferreira, da defesa do réu, não comentou sobre as




